Benefícios dos alimentos vermelhos

alimentos vermelhos

As cores dos alimentos conferem-lhes propriedades nutricionais específicas. Neste artigo, vamos conhecer especificamente os alimentos vermelhos e os benefícios que estes trazem à saúde.

Ao consumirmos alimentos de cores variadas estaremos a fornecer ao organismo todos os nutrientes de que ele necessita. Por isso, é importante que as refeições sejam coloridas, de preferência com de todas as cores. Normalmente, quanto mais forte e escura é a cor do alimento, maior é a quantidade de nutrientes – um espinafre, por exemplo, contém 8 vezes mais vitamina C do que uma alface.

Os alimentos vermelhos caracterizam-se por terem muitos benefícios para a saúde, dada a sua grande qualidade nutricional. Este grupo é rico em licopeno, uma substância antioxidante que confere a cor avermelhada aos alimentos; quando absorvido pelo organismo, combate os radicais livres e retarda o envelhecimento. Os nutricionistas indicam que o consumo diário de uma quantidade pequena de alimentos vermelhos ou avermelhados garante a dose de licopeno de que o organismo necessita – essa quantidade é representada, por exemplo, por um tomate, três cerejas ou três amoras.

Dieta Scarsdale

Dieta Scarsdale

Criada pelo cardiologista americano Dr. Herman Tarnower, a dieta Scarsdale permite perder peso em pouco tempo, estando indicada para pessoas adultas sem problemas de saúde e que tenham uma prática de atividade física baixa ou moderada.

Esta dieta, que fez muito sucesso na década de 70 do século XX, baseia-se num plano de 800 a 1200 calorias diárias, tendo como objectivo aumentar as proteínas e diminuir drasticamente a ingestão de açúcares e as gorduras, para que o organismo consuma as suas próprias reservas. Permite uma perda de peso rápida – nas primeiras duas semanas, pode-se perder até ½ kg por dia – e, como tal, não se deve prolongar por muito tempo.

Vantagens da dieta Scarsdale

Dicas saudáveis para intolerantes à lactose

intolerância à lactose

A intolerância à lactose é um problema de saúde que deriva de uma produção insuficiente da enzima lactase pelo organismo. A lactose nada mais é do que o açúcar presente no leite e nos laticínios e, por serem intolerantes a ela, muitas pessoas têm de ajustar a sua dieta.

Há muitas receitas clássicas que podem ser adaptadas para os intolerantes à lactose. No entanto, nem sempre estas adaptações são bem aceites, sobretudo devido à alteração de sabor relativamente a uma receita original que contenha leite ou um produto seu derivado.

Apesar de alguma relutância que possa haver por parte dos intolerantes à lactose, há receitas que podem ser adaptadas sem deixarem de ser saborosas. Um bom exemplo disso mesmo são os bolos, em que basta substituir alguns ingredientes básicos para deixarem de ter lactose, mantendo a sua doçura. Por exemplo, a manteiga/margarina pode ser substituída por óleo ou outras gorduras como banha ou até creme vegetal; a fruta e/ou o seu sumo podem ser usados em vez do leite, ficando, nesse caso, o bolo com um sabor mais frutado. Outras substituições possíveis do leite em bolos tradicionais, ou mesmo de chocolate, são a água quente, água de coco, leite de soja ou leite de coco. Poder-se-á usar emulsificantes para melhorar a consistência do bolo.

Dieta do Dr. Terry Shintani

Dieta do Dr. Terry Shintani

Esta dieta, também conhecida como a Dieta do Havai ou Dieta Havaiana, foi desenvolvida pelo doutor Terry Shintani – médico nutricionista, diretor da área de Medicina Preventiva no Centro de Saúde da Costa Waiànae, no Havai. Desenvolvida na década de 1990, esta dieta surgiu como resposta às tendências crescentes de obesidade, não só nas ilhas havaianas, mas também nos Estados Unidos.

Baseado na pirâmide alimentar tradicional, Terry Shintani baseia o seu plano dietético fazendo ajustes no que se refere aos tipos de alimentos ingeridos – os produtos lácteos, carne e azeite são substituídos por alimentos não lácteos e sem colesterol, ricos em cálcio, proteínas e ferro. Em termos nutricionais, o princípio da dieta é aumentar a ingestão de alimentos ricos em fibra (que tendem a manter-nos saciados, uma vez que criam grande massa no estômago) e tendem a ter poucas calorias. Como diz o Dr. Terry Shintani: “Se tem excesso de peso,  não é porque come demais. Você come demais porque come de menos (alimentos ricos em fibra)”.

Os vegetais podem dar o volume necessário para combater a fome e manter o estômago saciado, com um número mínimo de calorias. Por exemplo, 450 gramas de pepinos contêm apenas 76 calorias. Alface, aipo, repolho e courgette também são boas opções para colmatar a angústia da fome. Algumas frutas podem ter o mesmo efeito, mas escolha com cuidado. Passas, ameixas pretas e figos contêm grandes teores de frutose, açúcar das frutas que aumenta a produção de gordura no fígado, e parte disso pode terminar na sua cintura. As frutas com menor teor de açúcar incluem cerejas, ameixas, toranja, pêssegos e pêras. Prefira as frutas frescas que façam volume.

Sopa de Peixe

sopa de peixe

As sopas dão início a uma refeição equilibrada, pois são uma excelente forma de ingerir legumes, e com eles, vitaminas, minerais e fibras. Contêm também uma grande quantidade de água, tornando-a num alimento pouco calórico e com ótimas propriedades nutricionais. Além disso, saciam o apetite e ajudam a diminuir a quantidade da dose do prato principal.

Nesta receita de sopa de peixe propomos que adicione peixe e batata, tornando-a numa refeição equilibrada e completa. Possui as proteínas e os hidratos de carbono, essenciais ao equilíbrio nutricional de uma refeição.

Ingredientes: