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Conheça os edulcorantes calóricos

edulcorantes calóricos

Os edulcorantes calóricos são os edulcorantes naturais, a que vulgarmente atribuímos o sabor doce, pois guardamos essa imagem desde crianças por estar contido no açúcar de mesa. Contudo, no fabrico dum produto existem outros ingredientes além do açúcar.

AÇÚCAR DE MESA OU SACAROSE
É um edulcorante de mesa vulgar e frequente, caracterizando-se por ser um dissacarídeo formado por glucose e frutose que pode ser obtido a partir da cana de açúcar ou da beterraba sacarina.
Vantagens: Dá um sabor doce e agradável aos alimentos. Tem uma utilização fácil e diversificada, sendo acessível e fácil de encontrar.
Desvantagens: O seu consumo excessivo provoca grandes picos de insulina e, consequentemente, aumenta o risco da diabetes. Pode conduzir ao aumento do peso e é vulgarmente associado a cáries dentárias.

GLUCOSE OU DEXTROSE, XAROPE DE GLUCOSE
A glucose é a unidade funcional realmente metabolizada pelo organismo. Industrialmente é muito utilizada na forma de dextrose ou xarope de glucose, extraído do processamento do amido de milho ou de trigo.
Vantagens: Industrialmente é mais vantajosa que o açúcar de mesa pela sua pureza e versatilidade. Para os desportistas parece conduzir a uma reposição mais rápida e eficiente do glicogénio muscular.
Desvantagens: Provoca um pico de insulina máximo, pois tem um índice glicémico máximo. Por isso é desaconselhada nos diabéticos que não podem contrabalançar o aumento do açúcar no sangue. Numa alimentação saudável é mais importante fornecer açúcares de absorção menos rápida e que forneçam energia por mais tempo.

Diabetes, a doença e as suas implicações para a saúde

Diabetes, a doença e as suas implicações para a saúde

A diabetes é a doença com crescimento mais rápido no Mundo, com 230 milhões de pessoas já afetadas. Embora tendamos a pensar o contrário, a diabetes não é um problema dos outros, mas sim de todos nós! O risco de desenvolver diabetes durante a vida é de 33% nos homens e de 39% nas mulheres.

A diabetes é a primeira causa, a nível mundial, de doenças do coração, derrame cerebral, cegueira, afeção grave de rins e amputação dos membros inferiores…

Mas em que consiste esta doença, ao certo?
O problema da diabetes é basicamente este: excesso de açúcar (glicose) no sangue. A glicose é a nossa fonte principal de energia, que deriva dos hidratos de carbono que ingerimos e é absorvida pelas nossas células com a ajuda da hormona insulina; se o nosso organismo tiver um problema de insulina, a glicose não é absorvida. Há várias razões para isto acontecer: em algumas pessoas, o pâncreas deixa de produzir insulina, o que origina a diabetes tipo 1. Mas na maior parte das pessoas com diabetes, o corpo tem dificuldade em processar a insulina que o pâncreas produz: é a diabetes tipo 2.

A Diabetes tem cura?

A Diabetes tem cura

Está em curso um esforço combinado para descobrir a cura da diabetes tipo 1, que poderá acontecer dentro dos próximos 10 a 15 anos.

Entretanto, a atenção concentra-se em travar a doença nos casos recentemente diagnosticados. O Dr. Greg Fulcher, do Sydney’s Royal North Shore Hospital, adianta: «Estamos a tentar experimentar modular o sistema imunitário de modo que a doença não avance até à destruição final do pâncreas.»

O outro caminho é tentar recriar a capacidade do organismo para fabricar a insulina, por exemplo, fazendo um transplante do pâncreas ou das células que produzem a insulina. A investigação sobre as células estaminais traz também uma esperança de que estas células possam ser criadas em laboratório.

Dicas para o tratamento da diabetes

tratamento da diabetes

Há quem acredite que comer doces aumenta o risco de desenvolver diabetes, mas este princípio não constitui uma verdade pura no que se refere ao regime alimentar que deve ser seguido pelos diabéticos. Os doces podem ser comidos por diabéticos, sim, mas com moderação.

Além da predisposição genética para a doença, o consumo elevado de gorduras saturadas numa dieta rica em calorias são os principais fatores de risco da diabetes.

Uma investigação levada a cabo pelo Diabetes Prevention Program, nos Estados Unidos, acompanhou, durante quatro anos, cerca de 3200 pessoas com predisposição para a diabetes, tendo-as divido em três grupos:

Conheça os nutrientes: Sais Minerais – Crómio

crómio

Apesar de ser reconhecido como um nutriente essencial, as funções do crómio no organismo ainda não são totalmente conhecidas à exceção do seu papel no metabolismo da glicose.

O crómio potencializa os efeitos da insulina, responsável por captar a glicose no sangue, levando-a para as células. É lá que a energia é produzida, evitando o acumular de açúcar no sangue.

Carnes, feijão, brócolos, batata e cereais integrais são boas fontes deste mineral.