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Dieta do Dr. Terry Shintani

Dieta do Dr. Terry Shintani

Esta dieta, também conhecida como a Dieta do Havai ou Dieta Havaiana, foi desenvolvida pelo doutor Terry Shintani – médico nutricionista, diretor da área de Medicina Preventiva no Centro de Saúde da Costa Waiànae, no Havai. Desenvolvida na década de 1990, esta dieta surgiu como resposta às tendências crescentes de obesidade, não só nas ilhas havaianas, mas também nos Estados Unidos.

Baseado na pirâmide alimentar tradicional, Terry Shintani baseia o seu plano dietético fazendo ajustes no que se refere aos tipos de alimentos ingeridos – os produtos lácteos, carne e azeite são substituídos por alimentos não lácteos e sem colesterol, ricos em cálcio, proteínas e ferro. Em termos nutricionais, o princípio da dieta é aumentar a ingestão de alimentos ricos em fibra (que tendem a manter-nos saciados, uma vez que criam grande massa no estômago) e tendem a ter poucas calorias. Como diz o Dr. Terry Shintani: “Se tem excesso de peso,  não é porque come demais. Você come demais porque come de menos (alimentos ricos em fibra)”.

Os vegetais podem dar o volume necessário para combater a fome e manter o estômago saciado, com um número mínimo de calorias. Por exemplo, 450 gramas de pepinos contêm apenas 76 calorias. Alface, aipo, repolho e courgette também são boas opções para colmatar a angústia da fome. Algumas frutas podem ter o mesmo efeito, mas escolha com cuidado. Passas, ameixas pretas e figos contêm grandes teores de frutose, açúcar das frutas que aumenta a produção de gordura no fígado, e parte disso pode terminar na sua cintura. As frutas com menor teor de açúcar incluem cerejas, ameixas, toranja, pêssegos e pêras. Prefira as frutas frescas que façam volume.

O que causa a obesidade?

o que causa a obesidade

As causas da obesidade são muitas e variam de pessoa para pessoa. Há fatores que podem contribuir para o desequilíbrio entre a ingestão e o consumo de calorias — como a idade, sexo e genes, composição psicológica e fatores ambientais.

Diferentes pesquisas têm demonstrado que a obesidade pode a ser hereditária devido a hábitos de vida, dieta comum, podendo também ser causada por genes. Mas isso não significa em absoluto uma pessoa será obesa somente por ter parentes obesos.

Há muitas coisas que nada têm a ver com fome e que podem conduzir à obesidade. De entre elas, podemos enumerar fatores negativos (como depressão, tédio, desespero ou fúria) que nos levam a comer demais e que, se não forem controlados, podem ser potenciais causadores da obesidade. Não quer isto dizer que as pessoas com excesso de peso e obesas têm mais problemas emocionais do que as outras pessoas. O problema é que os seus hábitos alimentares têm influência nos sentimentos a eles associados e conduzem facilmente à obesidade.