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Obesidade Abdominal: as gorduras inimigas da saúde

obesidade abdominal

A obesidade abdominal, para além de ser altamente inestética, afeta gravemente a saúde, sendo mesmo considerada a gordura mais prejudicial ao corpo humano.

De acordo com um estudo feito a cerca de 45 mil mulheres, a gordura abdominal aumenta o risco de morte, mesmo nas que apresentam um índice de massa corporal (IMC) considerado normal.

A obesidade abdominal está ligada ao desenvolvimento de vários fatores de risco para o coração, como níveis de colesterol, resistência à insulina, diabetes, hipertensão e trombose; além disso, estas gorduras aumentam também o risco de cancro – em especial da mama, útero, cólon, intestino grosso e rins.

Combater a obesidade e emagrecer com saúde

Combater a obesidade e emagrecer com saúde

Grande parte da população mundial tem atualmente problemas de peso, principalmente obesidade. Os obesos tendem a desenvolver doenças como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares. Para evitar os males desencadeados pela obesidade, os obesos devem incluir no seu dia-a-dia novas rotinas e hábitos alimentares mais saudáveis.

O mundo atual trouxe, sem dúvida, muitas vantagens e conquistas inegáveis. No entanto, também deu origem a que se desenvolvessem e/ou acentuassem o sedentarismo e o stress, que são comummente considerados dois dos maiores males da sociedade. A isso aliam-se as novas tendências na alimentação, principalmente o fast food, que hoje em dia faz parte da vida da maioria das crianças e adultos. Este tipo de comida tem um alto teor de gorduras saturadas, refrigerantes cheios de açúcar, salgadinhos com uma quantidade enorme de sódio e muitos outros exemplos de nutrição inadequada que criaram uma geração de pessoas obesas. Este tipo de alimentação aumenta o acumular de gordura sob a pele e, com o tempo, pode tornar-se crónica, pois cada vez é mais difícil livrar-se do excesso de peso somente com ajustes no regime alimentar.

O primeiro passo para combater a obesidade e perder peso de forma saudável é, sem dúvida, ter muita força de vontade. Não adianta começar se não tiver a determinação necessária para o fazer. Para dar esse passo, terá de adotar um estilo de vida mais saudável, que inclui novos hábitos alimentares.

Dieta ALCO

Dieta ALCO

Esta dieta teve origem na Argentina, tendo sido criada pelo Dr. Cormillot, no âmbito do trabalho desenvolvido na ALCO – sigla de “Anónimos Luchadores Contra la Obesidad”, ou seja Associação de Combate à Obesidade. Inaugurada em 1967, esta instituição tinha como objetivo criar grupos de auto-ajuda que, em conjunto com uma dieta específica e sob orientação, permitissem perder peso de uma forma eficaz e, assim, combater a obesidade. Atualmente a Associação tem mais de 700 filiais em vários países, incluindo Argentina, Paraguai, Uruguai, Espanha, Israel e Canadá.

Especialmente indicado para pessoas obesas ou que comem muito, este método é eficaz para pessoas que já fizeram várias dietas e não obtiveram os resultados desejados, acabando por engordar.

Os princípios da dieta ALCO

Dieta do Dr. Terry Shintani

Dieta do Dr. Terry Shintani

Esta dieta, também conhecida como a Dieta do Havai ou Dieta Havaiana, foi desenvolvida pelo doutor Terry Shintani – médico nutricionista, diretor da área de Medicina Preventiva no Centro de Saúde da Costa Waiànae, no Havai. Desenvolvida na década de 1990, esta dieta surgiu como resposta às tendências crescentes de obesidade, não só nas ilhas havaianas, mas também nos Estados Unidos.

Baseado na pirâmide alimentar tradicional, Terry Shintani baseia o seu plano dietético fazendo ajustes no que se refere aos tipos de alimentos ingeridos – os produtos lácteos, carne e azeite são substituídos por alimentos não lácteos e sem colesterol, ricos em cálcio, proteínas e ferro. Em termos nutricionais, o princípio da dieta é aumentar a ingestão de alimentos ricos em fibra (que tendem a manter-nos saciados, uma vez que criam grande massa no estômago) e tendem a ter poucas calorias. Como diz o Dr. Terry Shintani: “Se tem excesso de peso,  não é porque come demais. Você come demais porque come de menos (alimentos ricos em fibra)”.

Os vegetais podem dar o volume necessário para combater a fome e manter o estômago saciado, com um número mínimo de calorias. Por exemplo, 450 gramas de pepinos contêm apenas 76 calorias. Alface, aipo, repolho e courgette também são boas opções para colmatar a angústia da fome. Algumas frutas podem ter o mesmo efeito, mas escolha com cuidado. Passas, ameixas pretas e figos contêm grandes teores de frutose, açúcar das frutas que aumenta a produção de gordura no fígado, e parte disso pode terminar na sua cintura. As frutas com menor teor de açúcar incluem cerejas, ameixas, toranja, pêssegos e pêras. Prefira as frutas frescas que façam volume.