Atividade Física

Dicas para Aliviar a Barriga Inchada

dicas para aliviar a barriga inchada

Todos nós, homens e mulheres, já passamos pela sensação de barriga inchada, mesmo sem termos comido em excesso, e sabemos que é uma sensação desagradável. Muitas vezes, mesmo depois de fazer dieta, parece que a barriga continua na mesma, apesar de se terem perdido alguns quilos.

Existem inúmeras razões para a sensação de barriga inchada – prisão de ventre, alimentação deficiente em fibras e alimentos diuréticos, mau funcionamento do estômago, stresse, acumulação de altos níveis de gordura e doenças do foro intestinal, como cancro do intestino ou doença de Crohn. Nas mulheres, a barriga inchada também é muito comum com a aproximação do período menstrual, porque nesta fase o organismo retém mais líquidos.

Independentemente das causas, adotar um estilo de vida saudável, seguindo uma dieta equilibrada e prática regular de exercício físico, pode ser o suficiente para ajudar a desinchar a barriga.

Dicas para evitar a flatulência

flatulência

A flatulência traduz-se num excesso de gases intestinais que pode afetar qualquer pessoa e em qualquer idade, independente do seu estado de saúde, estilo de vida e dos hábitos alimentares.

Alimentos como pão branco, feijão, batatas, repolho, ovos, couve-flor, milho, cebola, brócolos e refrigerantes são potenciais causadores de flatulência devido à sua fermentação no intestino.

A acumulação de gases provoca inchaço e dores abdominais, o que pode originar problemas de sociabilidade e desconforto. A prisão de ventre, colite e má digestão são algumas das doenças gastrointestinais que acabam por propiciar maior produção de gases, sendo que o sedentarismo e a ansiedade a agravar ainda mais.

NUNCA faça exercício físico em jejum

exercício físico em jejum

Fazer exercício físico em jejum é uma prática que pode ter graves complicações em termos de saúde. No entanto, muita gente desesperada por emagrecer o faz, pensando que, desta forma, estarão a fazer um gasto mais eficaz das gorduras acumuladas. Este é um erro atroz e nada saudável, por isso, NUNCA faça exercício físico em jejum.

Quando acordamos há uma redução da reserva de energia no organismo e, muitas vezes, uma redução da glicemia sanguínea (concentração de açúcar no sangue). Por isso, fazer exercício físico em jejum pode causar hipoglicemia (redução dos níveis de açúcar no sangue) que, associada à falta de energia, não permitem que o organismo tire o máximo proveito da actividade física, podendo mesmo originar um desmaio.

Se o nosso rendimento durante o exercício for menor, o gasto calórico e o metabolismo também o serão. Sabendo nós que o metabolismo é o ritmo a que o organismo consegue queimar calorias e gorduras, convém que ele não esteja lento, pois quanto mais acelerado estiver o metabolismo, mais calorias queima.

A Diabetes tem cura?

A Diabetes tem cura

Está em curso um esforço combinado para descobrir a cura da diabetes tipo 1, que poderá acontecer dentro dos próximos 10 a 15 anos.

Entretanto, a atenção concentra-se em travar a doença nos casos recentemente diagnosticados. O Dr. Greg Fulcher, do Sydney’s Royal North Shore Hospital, adianta: «Estamos a tentar experimentar modular o sistema imunitário de modo que a doença não avance até à destruição final do pâncreas.»

O outro caminho é tentar recriar a capacidade do organismo para fabricar a insulina, por exemplo, fazendo um transplante do pâncreas ou das células que produzem a insulina. A investigação sobre as células estaminais traz também uma esperança de que estas células possam ser criadas em laboratório.

Dicas para o tratamento da diabetes

tratamento da diabetes

Há quem acredite que comer doces aumenta o risco de desenvolver diabetes, mas este princípio não constitui uma verdade pura no que se refere ao regime alimentar que deve ser seguido pelos diabéticos. Os doces podem ser comidos por diabéticos, sim, mas com moderação.

Além da predisposição genética para a doença, o consumo elevado de gorduras saturadas numa dieta rica em calorias são os principais fatores de risco da diabetes.

Uma investigação levada a cabo pelo Diabetes Prevention Program, nos Estados Unidos, acompanhou, durante quatro anos, cerca de 3200 pessoas com predisposição para a diabetes, tendo-as divido em três grupos: