Alimentação Saudável: boas razões para comer ovos

boas razões para comer ovos

Ao contrário do que vulgarmente se diz, numa alimentação saudável podemos comer até cinco ovos por semana e não apenas três, desde que sejam cozinhados com pouca gordura  ou mesmo sem nenhuma.

Se sofrer de colesterol, poderá retirar a gema e comer só a clara, que é basicamente constituída por proteína.

Os ovos devem ser incluídos nas dietas de emagrecimento,  já que um ovo de tamanho médio tem apenas cerca de 75 calorias, devendo porém ser cozinhado cozido ou escalfado.

A Dieta da Linhaça

dieta da linhaça

A dieta da linhaça tem efeitos benéficos, não só para conseguir emagrecer, mas também para o assegurar o bom funcionamento do organismo.

A linhaça, ou seja, a semente do linho, é um alimento rico em vitamina E o que contribui para a atividade das células, evitando o envelhecimento precoce e as doenças degenerativas. A fórmula que está na base desta dieta, além das sementes de linhaça, contém nutrientes como o ómega-3 e o ómega- 6, que favorecem a saúde cardiovascular. Tanto o ómega-3 como o ómea-6, redução do LDL, o mau colesterol, que causa obstruções arteriais.

Diversos estudos apontam a linhaça como protetora do coração, contribuindo também para a saúde cardiovascular em geral, e outros ainda mostram que este alimento ajuda a travar o desenvolvimento do cancro da mama.

Mitos e Verdades sobre Dietas e Alimentação

dietas e alimentação

Apesar da informação amplamente divulgada hoje em dia, os mitos sobre alimentação parecem ganhar cada vez mais peso na vida das pessoas.

A American Dietetic Association inventariou uma série de mitos que passaram a ser considerados verdade de tanto serem defendidos:

MITO 1
As frutas e verduras frescas são mais saudáveis que as congeladas ou enlatadas.
Pesquisas científicas demonstraram que os alimentos congelados e enlatados são tão nutritivos como os frescos. Um facto curioso é que o organismo absorve melhor o licopeno presente no tomate quando este é processado.

A Importância de tomar o café da manhã

A Importância de tomar o café da manhã

Embora seja uma das mais importantes refeições do dia, muitas das vezes, acabamos por esquecer ou despachar o café da manhã, tomando apressadamente um café e um bolo a caminho do trabalho.

É exatamente para o ajudar, a si e à sua família, a reestruturar os seus hábitos alimentares, que dedicamos este artigo a explicar os benefícios de tomar o pequeno-almoço em casa. Leia as indicações que se seguem, pense no seu caso em particular e reflita sobre o que pode mudar para se “reeducar”, no sentido de adquirir hábitos alimentares mais saudáveis.

Convém não esquecer!

Vantagens da Dieta Mediterrânea

vantagens da dieta mediterrânea

As doenças cardiovasculares representam uma das principais causas de morte, tendo como maiores fatores de risco a hipertensão arterial, o tabagismo, o stresse, o sedentarismo, o colesterol, a diabetes e os maus hábitos alimentares – caracterizados pelo excesso na ingestão de sal, gorduras e açúcares de absorção rápida, associados à ausência/consumo reduzido de legumes, vegetais e fruta fresca. A  dieta mediterrânea é exatamente o oposto desta alimentação incorreta, uma vez que promove hábitos alimentares saudáveis.

Elsa Feliciano, nutricionista da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC), explica que “a dieta mediterrânica corresponde a um padrão alimentar que envolve características relacionadas tanto com os alimentos que ingerimos como com um conjunto de hábitos que fazem deste padrão alimentar um dos mais saudáveis do mundo”. Esta é uma dieta que se caracteriza, entre outras coisas, pelo facto de a quantidade de alimentos ingeridos ser totalmente adequada às necessidades do nosso organismo.

A nutricionista salienta ainda que a “base da pirâmide desta dieta, ou seja, os alimentos que entravam em maior quantidade no dia a dia, eram os cereais, sobretudo os mais escuros, através do pão, do arroz e da massa. Por outro lado, os legumes e a fruta faziam parte de praticamente todas as refeições e eram consumidos diariamente. Depois havia consumos moderados, a maior parte das vezes nem sequer diários, de carne, peixe, laticínios e leguminosas, que entravam na alimentação de uma forma bastante moderada, sendo que quando falamos de carne, falamos sobretudo de pequenos animais, tais como as aves de capoeira, o coelho e eventualmente o porco. As carnes vermelhas eram consumidas mensalmente e em menor quantidade”.